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HOMILIA
eSCRITA POR Pe. C.Madrigal, o.s.a.- ciriacomadrigal@gmail.com

DIA 29 DE MARÇO DE 2020

Ao longo desta Quaresma tivemos a oportunidade de contemplar o Mistério de Jesus e examinar a nossa realidade à luz deste Mistério. Com isto, tentamos que as atitudes, os critérios e os valores do Senhor se tornassem presentes em nossa vida.

Na Liturgia da Palavra deste domingo, o profeta Ezequiel diz que Deus nos fará sair de uma situação de morte sem sentido (na qual muitas vezes mergulhamos) para uma vida nova (1ª leitura). É nesta direção que nos leva o amor de Cristo como experiência trasbordante de vida, pois Ele veio para dar a vida em abundância. O sinal disto será devolver à vida seu amigo Lázaro, fazendo-o passar de uma situação de morte física a uma situação de vida renovada (evangelho). Da mesma forma, todos os que aceitarem que Ele é a Ressurreição e a Vida, passarão da desolação de uma vida sem sentido a viver uma nova vida. São Paulo, por sua vez, lembra aos cristãos que, no dia do seu Batismo, optaram por Cristo e pela vida nova que Ele veio oferecer (2ª leitura). Convida-os, portanto, a serem coerentes com essa escolha, realizando as obras de Deus e vivendo como Ele nos ensinou para poder participar desta vida.

1ª LEITURA: Ezequiel 37, 12-14

12 Pois bem! Profetize e diga: Assim diz o Senhor Javé: Vou abrir seus túmulos, tirar vocês de seus túmulos, povo meu, e vou levá-los para a terra de Israel. 13 Povo meu, vocês ficarão sabendo que eu sou Javé, quando eu abrir seus túmulos, e de seus túmulos eu tirar vocês. 14 Colocarei em vocês o meu espírito, e vocês reviverão. Eu os colocarei em sua própria terra, e vocês ficarão sabendo que eu, Javé, digo e faço - oráculo de Javé».

O profeta Ezequiel vai ao encontro da situação do povo hebreu forçado a abandonar sua terra e levado para o exílio. Os velhos, os enfermos, os mais fracos, vão morrendo longe da terra que Deus deu a seus pais. Morrer longe da sua terra é o maior castigo para um desterrado.

Mas a voz do profeta lhes faz ver que a verdadeira morte só acontece, de fato, quando o povo se deixa alienar, conformando-se com uma visão fatalista e passiva diante de sua própria história, embora, a primeira vista, tudo pareça levar a uma vida sem esperança e, finalmente, à morte («Vou abrir seus túmulos, tirar vocês de seus túmulos e vou levá-los para a terra de Israel»).  Tomando consciência de sua dignidade, o povo começará a se reunir e a se organizar. Saberá que Deus é o Senhor quando Ele derramar o seu «espírito, e... reviverão» para erguer-se e construir uma nova sociedade e uma nova história.

As palavras do profeta («colocarei em vocês o meu espírito, e vocês reviverão») parecem sugerir o tema da ressurreição dos mortos, a vitória da vida sobre a morte, tal como aparece no evangelho de hoje. Este é o motivo pelo qual a liturgia recolhe estas palavras do profeta para mostrar que, já no Antigo testamento, havia indícios da nossa fé na ressurreição.


2ª LEITURA: Romanos 8, 8-1112

8 Porque os que vivem segundo os instintos egoístas não podem agradar a Deus. 9 Uma vez que o Espírito de Deus habita em vocês, vocês já não estão sob o domínio dos instintos egoístas, mas sob o Espírito, pois quem não tem o Espírito de Cristo não pertence a ele. 10 Se Cristo está em vocês, o corpo está morto por causa do pecado, e o Espírito é vida por causa da justiça. 11 Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dos mortos habita em vocês, aquele que ressuscitou Cristo dos mortos dará a vida também para os corpos mortais de vocês, por meio do seu Espírito que habita em vocês.

Paulo faz uma distinção entre viver «segundo os instintos egoístas», à margem de Deus (pautados pelo egoísmo, autossuficiência, ciúme, ódio, ambição, inveja, libertinagem - Gálatas 5,19-21) e «viver sob o Espírito» (pautados pelos
valores da caridade, da alegria, da paz, da fidelidade e da temperança – Gálatas 5,22-23).
O cristão, que foi batizado, optou pela vida do Espírito. A partir daí, vive sob o domínio do Espírito – isto é, vive aberto a Deus, recebe vida de Deus, torna-se “filho de Deus”. Identifica-se, portanto, com Cristo; e assim como Cristo ressuscitou e foi elevado definitivamente à glória do Pai, assim o cristão está destinado à vida nova, à vida plena, à vida eterna.

Nós, cristãos, recebemos o Espírito que o Senhor prometeu e não somos mais escravos do mal. Estamos envolvidos pela vida verdadeira do amor, do perdão e do serviço aos outros, como Cristo, que nos dá o seu Espírito sem medida. Portanto, «se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dos mortos habita em (nós, pelo Batismo), aquele que ressuscitou Cristo dos mortos (nos) dará a vida» e nos ressuscitará para que participemos da vida plena de Deus. Em lugar da lei dos instintos egoístas, surge a lei do «Espírito (que) é vida” como um novo dinamismo interior que nos liberta da tirania da «lei do pecado e da morte». A unidade entre querer o bem e realizá-lo pode ser recomposta. As relações sociais podem ser refeitas e as estruturas de injustiça e opressão podem ser superadas.


EVANGELHO: João 11, 1-45

1 Um tal de Lázaro tinha caído de cama. Ele era natural de Betânia, o povoado de Maria e de sua irmã Marta. 2 Maria era aquela que tinha ungido o Senhor com perfume, e que tinha enxugado os pés dele com os cabelos. Lázaro, que estava doente, era irmão dela. 3 Então as irmãs mandaram a Jesus um recado que dizia: «Senhor, aquele a quem amas está doente.» 4 Ouvindo o recado, Jesus disse: «Essa doença não é para a morte, mas para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por meio dela.» 5 Jesus amava Marta, a irmã dela e Lázaro. 6 Quando ouviu que ele estava doente, ficou ainda dois dias no lugar onde estava. 7 Só então disse aos discípulos: «Vamos outra vez à Judéia.» 8 Os discípulos contestaram: «Mestre, agora há pouco os judeus queriam te apedrejar, e vais de novo para lá?» 9 Jesus respondeu: «Não são doze as horas do dia? Se alguém caminha de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo. 10 Mas se alguém caminha de noite, tropeça, porque nele não há luz.» 11 Disse isso e acrescentou: «O nosso amigo Lázaro adormeceu. Eu vou acordá-lo.» 12 Os discípulos disseram: «Senhor, se ele está dormindo, vai se salvar.» 13 Jesus se referia à morte de Lázaro, mas os discípulos pensaram que ele estivesse falando de sono natural. 14 Então Jesus falou claramente para eles: «Lázaro está morto. 15 E eu me alegro por não termos estado lá, para que vocês acreditem. Agora, vamos para a casa dele.» 16 Então Tomé, chamado Gêmeo, disse aos companheiros: «Vamos nós também para morrermos com ele.» 17 Quando Jesus chegou, já fazia quatro dias que Lázaro estava no túmulo. 18 Betânia ficava perto de Jerusalém; uns três quilômetros apenas. 19 Muitos judeus tinham ido à casa de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão. 20 Quando Marta ouviu que Jesus estava chegando, foi ao encontro dele. Maria, porém, ficou sentada em casa. 21 Então Marta disse a Jesus: «Senhor, se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. 22 Mas ainda agora eu sei: tudo o que pedires a Deus, ele te dará.» 23 Jesus disse: «Seu irmão vai ressuscitar.» 24 Marta disse: «Eu sei que ele vai ressuscitar na ressurreição, no último dia.» 25 Jesus disse: «Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em mim, mesmo que morra, viverá. 26 E todo aquele que vive e acredita em mim, não morrerá para sempre. Você acredita nisso?» 27 Ela respondeu: «Sim, Senhor. Eu acredito que tu és o Messias, o Filho de Deus que devia vir a este mundo.» 28 Dito isso, Marta foi chamar sua irmã Maria. Falou com ela em voz baixa: «O Mestre está aí, e está chamando você.» 29 Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi ao encontro de Jesus. 30 Jesus ainda não tinha entrado no povoado, mas estava no mesmo lugar onde Marta o havia encontrado. 31 Os judeus estavam com Maria na casa e a procuravam consolar. Quando viram Maria levantar-se depressa e sair, foram atrás dela, pensando que ela iria ao túmulo para aí chorar. 32 Então Maria foi para o lugar onde estava Jesus. Vendo-o, ajoelhou-se a seus pés e disse: «Senhor, se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.» 33 Jesus viu que Maria e os judeus que iam com ela estavam chorando. Então ele se conteve e ficou comovido. 34 E disse: «Onde vocês colocaram Lázaro?» Disseram: «Senhor, vem e vê.» 35 Jesus começou a chorar. 36 Então os judeus disseram: «Vejam como ele o amava!» 37 Alguns deles, porém, comentaram: «Um que abriu os olhos do cego, não poderia ter impedido que esse homem morresse?» 38 Jesus, contendo-se de novo, chegou ao túmulo. Era uma gruta, fechada com uma pedra. 39 Jesus falou: «Tirem a pedra.» Marta, irmã do falecido, disse: «Senhor, já está cheirando mal. Faz quatro dias.» 40 Jesus disse: «Eu não lhe disse que, se você acreditar, verá a glória de Deus?» 41 Então tiraram a pedra. Jesus levantou os olhos para o alto e disse: «Pai, eu te dou graças porque me ouviste. 42 Eu sei que sempre me ouves. Mas eu falo por causa das pessoas que me rodeiam, para que acreditem que tu me enviaste.» 43 Dizendo isso, gritou bem forte: «Lázaro, saia para fora!» 44 O morto saiu. Tinha os braços e as pernas amarrados com panos e o rosto coberto com um sudário. Jesus disse aos presentes: «Desamarrem e deixem que ele ande.» 45 Então muitos judeus, que tinham ido à casa de Maria e que viram o que Jesus fez, acreditaram nele.

Marta e Maria mandam avisar Jesus, com palavras cheias de ternura e confiança: «Senhor, aquele a quem amas está doente». O evangelista mostra o lado humano de Jesus ao comentar que «Jesus amava Marta, a irmã dela e Lázaro». Mas, mesmo assim, esperou ainda dois dias para ir visitá-lo, respondendo: «Essa doença não é para a morte, mas para a glória de Deus». Com isto, Ele não alimenta a esperança das duas irmãs numa cura milagrosa. Prefere esperar que a enfermidade do amigo vá até o fim para dar um novo sentido à morte física e oferecer a perspectiva da vida eterna. Para os “amigos” de Jesus, a morte física é apenas um sono, do qual se acorda para descobrir a vida definitiva («O nosso amigo Lázaro adormeceu. Eu vou acordá-lo»).

Marta acredita que Jesus pode curar os enfermos só com a sua presença, por isso, ao chegar o Senhor, se lamenta da sua demora («Senhor, se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido»), mas, ao mesmo tempo, sabe que Deus escuta sempre a oração de Jesus. A resposta do Senhor é tão surpreendente que Marta pensa que está falando apenas da ressurreição dos mortos no fim dos tempos. Nesse momento Jesus declara abertamente: «Eu sou a ressurreição e a vida». Ele tem o poder de ressuscitar e dar a vida aos que acreditem n’Ele («todo aquele que vive e acredita em mim, não morrerá para sempre»). Mais ainda, os que creem em Jesus já vivem para a "vida eterna".

Esta vida é um dom que a morte física não pode arrebatar. A morte dos que creem em Jesus é apenas o passo necessário para manifestar-se neles a nova vida que irão receber, porque a morte foi vencida pela sua ressurreição. Marta não pode compreender tudo isto ainda. Apenas acredita na palavra do Senhor («Sim, Senhor. Eu acredito que tu és o Messias, o Filho de Deus que devia vir a este mundo.»). Isto basta.

O encontro com Maria foi mais emotivo («Jesus começou a chorar»); abriram o sepulcro e Jesus fez uma oração que difere essencialmente da nossa porque Ele tem consciência de sua íntima união com o Pai («Eu sei que sempre me ouves»). O desejo do Senhor é que todos quantos virem o milagre acreditem que Ele é o enviado do Pai. O milagre é sempre milagre para a fé daqueles que creem, a fim de que tenham a verdadeira vida. No entanto, nem todos os que viram a ressurreição de Lázaro, creram; alguns foram contar o acontecido aos fariseus e eles decidiram impedir que o povo acreditasse n’Ele, acabando com a vida de Jesus (João 11, 47-54).

João coloca este fato dentro dum contexto polêmico. Não se trata apenas de um milagre para socorrer uma vida perdida (como aconteceu com o filho da viúva de Naím) ou para atender as súplicas de um pai afligido (como no caso do filho de Jairo), mas para dar uma demonstração pública e solene da verdade de Jesus. Não foi por acaso que, na hora em que o Filho de Deus manifesta o seu poder como autor da vida, os que não querem acreditar n’Ele decidam a sua morte.

Na dura luta de Jesus contra a incredulidade dos judeus, sua palavra definitiva é esta: «Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e acredita em mim, não morrerá para sempre». Acreditamos nisso?

É preciso ler este texto do Evangelho prestando mais atenção ao que João quer nos ensinar do que à descrição dos fatos em si mesmos. Por suposto, não podemos duvidar de que Jesus tenha devolvido seu amigo Lázaro à vida; mas o que significa isto? Não interessa tanto a ressurreição de Lázaro quanto o mistério da morte e da vida cuja resposta está em Jesus. Por que fez Jesus o milagre? Para que os homens creiam que existe uma vida após a morte e para mostrar que a morte sem esperança é a morte que acontece quando o ser humano está afastado de Deus.

No fundo, o texto que comentamos não quer relatar apenas o fato da “ressurreição” de Lázaro (que nem ressurreição foi, mas apenas uma volta à mesma vida de antes);. O que o evangelista quer é aproveitar este fato para aprofundar naquilo que Jesus significa para a fé diante do mistério da morte. De fato, Jesus disse: «essa doença não é para a morte, mas para a glória de Deus». A vida que novamente aparece no corpo Lázaro não é outra coisa do que o sinal daquela outra vida ressuscitada e definitiva que iremos receber de Deus a partir da ressurreição salvadora de seu Filho, como acreditamos.

O longo relato de João sobre a ressurreição de Lázaro é uma verdadeira catequese a respeito da ressurreição; porque crer na ressurreição é fundamental para a nossa fé. A ressurreição de Lázaro é um sinal de que Jesus é a vida, veio ao mundo para que todos os que creiam n’Ele tenham vida e vida em abundância.

Lázaro ressuscitou para tornar a morrer. Cristo ressuscitará para nunca mais morrer e, com isso, estará confirmada a nossa esperança de uma vida sem fim após a morte («Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e acredita em mim, não morrerá para sempre»). O caminho de Jesus, que passa pela morte física para chegar à verdadeira vida; é o caminho dos que creem. A pergunta de Jesus a Marta («Você acredita nisso?») é também dirigida a cada um de nós. O Evangelho não é apenas uma Boa Nova; ele é, ao mesmo tempo, uma pergunta que não podemos evitar se estamos dispostos a dar uma resposta de fé.

No projeto criador de Deus não estamos destinados à morte, mas à vida plena e definitiva. A fé na ressurreição não é, portanto, uma crença na prolongação indefinida desta nossa vida presente. É acreditar numa "outra vida" sem limites, à diferença desta que está submetida á morte e a tudo o que a morte traz consigo. Por isso é uma fé dinâmica e em luta contra tudo o que se opõe à vida em abundância para todos. É uma fé e uma esperança empenhadas na transformação profunda desta terra para que nela habite a justiça e se manifeste a gloria de Deus («Eu não lhe disse que, se você acreditar, verá a glória de Deus?»).

Para os “amigos” de Jesus – para aqueles que acolhem a sua proposta e fazem da sua vida uma entrega a Deus e um dom aos irmãos – não há morte… Podemos chorar a saudade pela partida de um irmão, mas podemos acreditar que, ao deixar este mundo, ele encontrou a vida plena, na glória de Deus.

A expressão dos judeus diante das lágrimas de Jesus («Vejam como ele o amava!») não se refere apenas a um sentimento de amizade por parte de Jesus para com Lázaro. O evangelista não quer apresentar somente o homem Jesus, mas Jesus como o Senhor. Quer dizer que o Senhor não abandona os que estão mortos por seus pecados mesmo que estejam «cheirando mal... quatro dias» no sepulcro. Nenhum ser humano está perdido diante do Senhor. Jesus grita «Lázaro, saia para fora!» e Lázaro revive. A voz de Deus é al­go que se ouve dentro do coração e nos devolve à vida. A vida de Jesus se comunica a todos os que creem («eu sou a res­su­rreição e a vida»). Jesus transmite o dom da vida que Ele anuncia.

+ O caso da grande amizade de Jesus com Lázaro e suas irmãs, revela o lado humano de Jesus que antigamente passava despercebida por não parecer «relevante» para uma teologia voltada quase que exclusivamente para o lado divino de Jesus (como um ser mais divino do que humano). Aquele Jesus que chora pela morte de Lázaro, que se hospeda – ou até se refugia- na casa destes amigos/amigas – é um Jesus «muito humano» e, no entanto, a humanidade plena faz parte essencial da pessoa de Jesus.

+ Ao longo da nossa existência nesta terra, convivemos com situações em que somos tocados pela morte física daqueles que amamos… É natural que fiquemos tristes pela sua partida e por eles deixarem de estar fisicamente ao nosso lado. A nossa fé, no entanto, convida-nos a ter certeza de que estes nossos amigos não foram aniquilados: apenas entraram nessa vida definitiva, longe da debilidade e da limitação da vida atual.

+ Diante da certeza que a fé nos dá, somos convidados a viver a vida sem medo. O medo da morte total torna o homem cauteloso e impotente diante da opressão dos poderosos; mas libertando-nos do medo da morte, Jesus torna-nos livres e capazes de gastar a vida ao serviço dos irmãos, lutando generosamente contra tudo aquilo que oprime e que rouba a vida plena do ser humano.

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