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SANTO AGOSTINHO > CONSAGRAÇÃO E SACERDÓCIO

Imediatamente em seguida, Agostinho deseja voltar à sua pátria. Enquanto espera em Óstia, porto próximo a Roma, ocasião para embarcar, sua mãe, a mulher de sua conversão, falece. Logo depois, adolorado, Agostinho volta a Roma e dedica-se a visitar monastérios, já que tinha se decidido a consagrar-se a Deus em um estilo semelhante ao dos monges.

De volta a Tagaste, em 388, a primeira coisa que faz é repartir sua herança com os necessidados. Conserva a casa paterna, onde inicia uma comunidade com os amigos que o acompanharam. Aí dedicam-se à oração, ao estudo, à penitência e à convivência fraterna. A notícia de sua conversão corre o mundo conhecido. Torna-se logo uma espécie de conselheiro do povo em Tagaste, mas também recebe cartas de outras partes da África, e mesmo da Itália e da Espanha; muitos são os que esperam uma palavra do sábio Agostinho. Neste mesmo ano, seu filho Adeodado falece.

Em 391 Agostinho vai visitar um amigo em Hipona. Espera trazê-lo para sua comunidade. Em Hipona, o bispo local, Valério, pedia ao povo um sacerdote que o ajudasse, especialmente na pregação, já que era de língua grega e parece não ter tido muita desenvoltura com o latim. O povo, que conhecia a fama de Agostinho, ao vê-lo alí, na igreja, pede que ele seja ordenado. Agostinho, relutante, aceita e alí fica. A partir de então, sua vida muda.

Pede um tempo de retiro de preparação, quer melhor conhecer as Sagradas escrituras. É ordenado sacerdote. Prega e administra os sacramentos. Não pode, porém, ficar sem sua vida de comunidade. Pede permissão para fundar um mosteiro no jardim episcopal. Recebe permissão.

 

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centro de promoÇÃO VOCACIONAL - osa
ENCONTRO VOCACIONAL AGOSTINIANO REGIONAL - 10 e 11 DE MARÇO EM SÃO JOSÉ
DO RIO PRETO (SP)

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